A apenas seis dias da 2ª fase do XXIII Exame da OAB, testar seus conhecimentos em Língua Portuguesa é uma ótima medida para arrasar na prova discursiva.

Todos sabem que falar e escrever nosso idioma corretamente é fundamental no exercício da profissão de advogado. Reunimos abaixo alguns dos erros mais comuns para que você fique em dia com a disciplina. Confira!

Sessão, cessão e seção

Uma das dúvidas mais comuns entre os brasileiros, as diferenças entre os três termos acima encabeçam nossa lista. Entenda como empregar cada uma das palavras:

  • Sessão: uma sessão de cinema, uma sessão com o terapeuta, sessão de autógrafos, etc. A palavra “sessão” que tem origem do latim “sessio” é equivalente a “sentar-se”. Por isso, quando for usar a palavra sessão, entenda que está implícito que é preciso sentar-se para que a ação ocorra.
  • Cessão: a palavra vem dos verbos conceder e ceder. Por isso, é usada com o sentido de doar algo a alguém: os direitos foram cedidos à outra parte.
  • Seção: este termo é derivado do verbo seccionar, que significa cortar, dividir, repartir. Portanto, é utilizado como divisão, departamento: para dúvidas, dirija-se à seção jurídica.

Vírgula

A vírgula é capaz de mudar o significado de uma frase e, por isso, é preciso que o candidato tenha bastante atenção às questões sobre pontuação, mais especificamente no que se refere ao uso da vírgula. A regra de ouro é não se separa sujeito e predicado com vírgula.

Exemplo: a primeira vírgula na frase a seguir está incorreta “não faltam estudos que mostram, um melhor desempenho escolar das crianças quando elas não têm de ver o pai em casa, de braços cruzados, abatido, porque não tem uma fonte de renda para sustentar sua família.

Concordância

Quando o sujeito da frase é um substantivo que indica coletividade, por exemplo: a maioria de, boa parte de, entre outros, o verbo pode concordar com o singular ou plural. Veja abaixo:

A maioria dos alunos faltou à aula.

A maioria dos alunos faltaram à aula.

No entanto, no caso da voz passiva sintética, o verbo concorda apenas com o sujeito:

Vendem-se automóveis.

Alugam-se bicicletas.

Anunciam-se novas leis trabalhistas.

No caso de sujeito indeterminado, o verbo será sempre grafado e falado no singular:

Precisa-se de empregado doméstico.

Trata-se de medidas importantes.

Contudo, perante à determinação, há, também concordância:

“É proibida a entrada”, e não “é proibido”.

“A mudança é necessária”, e não “necessário”.

 

Vale ressaltar que esses dias finais até a data da prova devem ser aproveitados para a revisão do conteúdo. O mais importante é que, agora, você deve descansar, se alimentar bem e confiar no que estudou até o momento.

Boa prova!

 

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